descrição
"Um filo-café é um triciclo. Movimenta-se pelos próprios. Não tem petróleo. A sua combustão é activada pelo desejo. Não se paga, não se paga. Apaga-se. E vem outro. Cabeças sem trono. Um filo-café lembra-se. Desaparece sem dor."
12.2.12
1.2.12
filo-café: manuel laranjeira

José Eduardo Fraga (fotografia, Porto), André Oliveira Martins (fotografia, Porto), Elisabete Pires Monteiro (curta-metragem, Porto), Li Viana (texto, Espinho), Tiago Borges (performance, Porto), Ricardo Andrade (fotografia, Porto), Fátima Vale (texto, Porto), Bruno Miguel Resende (fotografia, Porto), Rui Maia (fotografia, Espinho); Carlos Vinagre (texto, Espinho), Maria Carvalho (texto, Porto), Alexandre Teixeira Mendes (texto, Porto), Virgílio Liquito (texto, Gaia), Alberto Augusto Miranda (texto, Porto)
Etiquetas:
manuel laranjeira,
mozelos
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