29.4.06
29.11.05
18.2.05
27.10.04
herança e criação (lisboa)
FILO-CAFÉ: HERANÇA E CRIAÇÃO
21h
Bar da Sociedade Guilherme Cossoul
Com: Susan Pensak
Apresentação: Joana Lima
Performance: Cristina Benedita
Entrega dos livros de Susan Pensak:
Frankincense and Myrrh / Olíbano e Mirra ( inglês-português)
Denso com música ancestral: Ditos/ética de Pizarnik
Tradução Alexandra Bernardo que cantará Alejandra Pizarnik e Uxío Novoneyra
30.6.04
interpretação (lisboa)
Sociedade de Instrução Guilherme Cossoul
18H00 - 30 JUNHO, 2004
Filo-Café: Interpretação

Convidada: Inês Morais
Merdemoiselles apresenta Em Cena: Três Quadros de Virgínia Wolf
Intérpretes: Alexandra Bernardo, Célia Machado, Laura Moura, Sónia Alves
Dramaturgia e encenação: alberto augusto miranda
Mais do que uma história, este texto de Virgínia Woolf apresenta-se sob os fumos do ensaio, com o seu prolegómeno dialógico e vívido seguido de três momentos – quadros – confirmadores do programa inicial.
Em tal processo, o elemento dialecticamente transfigurador é aquele em que a síntese, sendo o corolário de uma tese (o encantamento) e de uma antítese (ruptura do encantamento), não produz um facto novo, antes se situa no lugar do retorno.
O programa ensaístico de Virgínia Woolf retira ao entorno vital o lugar da superação. Exterior e Interior prefixam inexoravelmente o signo vida. A chave vai ser (re)descoberta nos aposentos da morte configurada como um não-lugar ao qual se torna, como espaço placentário que protege dos prazeres e das dores, numa estranha dimensão líquida abstinente de vibrações. Em Três Quadros a morte é também o lugar da normalidade: o dia-a-dia com suas repetitivas tarefas, as paisagens paradas que os humanos igualmente são, a ausência do sonho e da inquietação.A vida – ilusão e desilusão – é apenas uma experiência de campo, uma luz intensa de mãos dadas com o seu naufrágio: o escuro profundo. Maruschka Lotti
Entrega do Livro:
OZU - Catálogo de textos (Edições fluviais), coordenação Joana Lima
23.3.04
d'ouro: uma varanda sobre miranda (lisboa)
Sociedade de Instrução Guilherme Cossoul
21H30 - 23 MARÇO, 2004
Filo-Café: D'Ouro: Uma Varanda Sobre Miranda
Convidado: Amadeu Ferreira
Distribuidor de palavra: Alberto Augusto Miranda
+
Entrega do livro de Fracisco Niebro:
Cula Torna Ampuosta, Quinquiera Ara
Em Cama Feita Qualquer Um Se Ajeita
(mirandês - português, edições tema)
Apresentação: Alberte Gómez Bautista
Cisco histórico: esta é a 1ª vez que se edita, em Portugal, de raiz, um livro
com as duas línguas nacionais: o mirandês e o português. A tradução para
português foi feita por Alberto Augusto Miranda e Carlos Ferreira.

i i i m p hhh
Embora se saiba, existem em Portugal duas línguas. Ambas dissolvidas do latim.
O que é pouco para tanto milhão de habitante. Fica a saber-se que a maioria não
tem língua própria.
Embora se saiba, dezenas de línguas do crioulo ao árabe, do bretão ao chinês, do
tarahumara ao francês-midi, constituem hoje a melhor música de Lisboa.
Podia-se falar em hiperlíngua.
O mirandês leva a cavalo (o burro mirandês está em vias de extinção) a língua
asturiana e a língua leonesa.
A Liste!
7.3.04
a diáspora em papel (lisboa)
Sociedade de Instrução Guilherme Cossoul
21H00 - 7 MARÇO, 2004
Filo-Café: A Diáspora em Papel
Faladores: Alberto Augusto Miranda
Simion Doru Cristea
Apresentação do nº 1 do jornal bilingue:
Diáspora (romeno - português)
Participações artísticas:
Angela Radu, Elena Cucu, Gabi.
Estreia-se em Lisboa uma publicação periodista bilingue, em língua romena e em língua portuguesa, com uma vertente cultural centrada nas produções dos dois países europeus, e apostada na divulgação bilateral e bilinguista dos traços distintivos de cada uma das culturas. No nº1, para além de alguma actualidade social, destaque para o trabalho de divulgação de Vítor Buescu e para a presença dos dois poetas emblemáticos de ambos os países: Camões e Eminescu.



